segunda-feira, 4 de junho de 2012

Festa Junina em escola para Surdos 16/06



Que tal aproveitar uma festa junina e ainda poder praticar um pouco de Libras? A escola Alcindo Fanaya Júnior, renomada por seus profissionais e pelo esforço em praticar um ensino bilíngue, oferecerá no próximo dia 16, sábado, uma festa junina caprichada! 

O endereço é Rua Vital Brasil 447, V. Izabel. Participem!

O convite pode ser visualizado em: bit.ly/KKAisT

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Anderson Spier Gomes
Assessor de Comunicação do Centro Acadêmico de Letras da UTFPR

Vagas de estágio

Estudantes de Letras são requisitados para ocuparem vagas de estágio. Não tivemos a informação de qual instituição se trata, se alguém entrar em contato e souber, favor nos comunicar.

Remunerações:
- 04 Horas : 350,00 + 110,00 (Aux. Transporte) / segunda a Sexta-feira

- 06 Horas : 500,00 + 110,00 (Aux. Transporte) /segunda a Sexta-feira


Mais informações , entrar em contato: 3675-5919 / 9242-2325 ou pelo e-mail : elizianejordao@hotmail.com


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Anderson Spier Gomes
Assessor de Comunicação do Centro Acadêmico de Letras da UTFPR

Instituto Tibagi precisa de corretor de provas

Recebemos a informação de o Instituto Tibagi estar precisando de alguém que corrija cerca de 80 redações aplicadas num processo seletivo. A princípio, a correção ocorreria neste dia 05 pela manhã, mas isso ainda não é confirmado. 

Interessados devem entrar em contato com Édio, do Instituto, pelo telefone 3024 9848. Não temos informações com relação à remuneração do serviço.

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Anderson Spier Gomes
Assessor de Comunicação do Centro Acadêmico de Letras da UTFPR

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Mercadante fala sobre a educação inclusiva



Em época de greve na rede superior de ensino, o ministro da educação, Aloízio Mercadante dá uma coletiva neste dia 31 de maio em que aborda o assunto da educação inclusiva. A educação precisa ser vista não de maneira isolada, porém como uma política pública. Com dados um tanto quanto duvidosos, Mercadante faz afirmações das quais podemos duvidar.

Uma das afirmações do ministro foi que “O Brasil tem que ter 100% das crianças e jovens com deficiência na escola. A escola de atendimento especial é um direito, sim, mas para ser exercido de forma complementar e não excludente”. Percebe-se que é uma benéfica distinção entre escola regular e escola especial, uma não anulando a outra, entretanto, até que ponto isso é realmente bom? É sabido que há não muito tempo, houve o interesse de fechar as escolas especiais ou com atendimento especializado, deixando a encargo das escolas regulares toda a responsabilidade pelos alunos ditos inclusos. Agora o discurso é trazido com ambiguidade, e quem garante que este não seja o primeiro passo, ou seja, primeiro se colocam as crianças 'inclusas' com atendimento também especializado em outra instituição, para depois deixá-las apenas no ensino regular?

As escolas regulares estão sendo munidas com alguns materiais, normalmente distribuídos em forma de cartilha, os quais explicam de forma superficial como tratar certas necessidades especiais. Estes materiais não suprem, em hipótese alguma, a inclusão ou integração na escola. O dado trazido por Mercadante de haver 78% dos professores com curso em educação é de muito duvidoso, pois não se precisa ir longe para ver que esta formação de fato não existe.

A primeira distinção que necessitaria ser feita é com a relação legal, estabelecida por diretrizes e leis, que diferenciam inclusão de integração. O projeto do governo, por mais que leve o nome de inclusivo, trata as necessidades específicas como padronizadas, e acaba por integrar os alunos, ou seja, não presta uma assistência especializada para o aluno. Ao falar da acessibilidade nas escolas, Mercadante diz serem ao todo 22% das escolas acessíveis. Muitas vezes vemos o tratamento dado à acessibilidade como sendo apenas a física, ou seja, instalação de rampas e adaptação de banheiros para cadeirantes. A discussão de acessibilidade vai muito além destes detalhes, que apesarem de serem importantes, não findam a questão. Precisa-se pensar em alunos especiais de uma maneira mais ampliada. Alunos surdos, por exemplo, teriam acessibilidade se todos os funcionários da escola fossem bilíngues, ou seja, usuários de língua de sinais. Alunos com altas habilidades, por outro lado, se os funcionários soubessem como tratar com cada tipo de alta habilidade. Não se pode fazer um pacote e denominá-lo "Educação Inclusiva" e assim aplicá-lo em todas as escolas, muito pelo contrário. As necessidades específicas diferenciam-se demais em tipos, níveis e modos de tratamento.

Há certos tipos de necessidades específicas que necessitam, por exemplo, de um acompanhamento especializado, clínico propriamente dito. Não se tem, na maioria das vezes, um diagnóstico clínico claro desses alunos para um acompanhamento psico-pedagógico eficaz, quiçá preparo por parte dos profissionais da educação. Colocar mais este encargo nas costas dos professores é mais um amadorismo por parte do governo, que está tratando a educação de maneira secundária. Na verdade, infelizmente se entende isso, pois não interessante a um governo sem estrutura uma sociedade pensante, e deixar exatamente a classe dos professores desarticulada é uma ótima estratégia para que isto permaneça sempre assim, uma sociedade que tendo pão para comer e futebol para aplaudir, sente-se satisfeita. 

Fonte: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=17814:ministro-defende-inclusao-de-alunos-com-deficiencia-em-classes-regulares&catid=372&Itemid=86

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Anderson Spier Gomes
Assessor de Comunicação do Centro Acadêmico de Letras da UTFPR


quinta-feira, 24 de maio de 2012

Greve é noticiada no Jornal Nacional



Por dois dias seguidos o jornal de maior repercussão brasileira, o Jornal Nacional, JN, da Rede Globo, noticiou sobre a greve dos professores na rede federal de ensino. Dia 22/05 eles deram apenas um informe de serem 40 instituições de ensino federal a estarem em greve. Ontem, entretanto, a matéria foi um pouco maior. 

O cenário mostrado pelo jornal foi de revolta por parte dos alunos que desejam aula, embora sejam solidários aos motivos da greve dos professores. O fim da matéria, assim como a abordagem dela num todo, foi, obviamente, tendencioso ao mostrar a fala do ministro Aloizio Mercadante. O ministro disse que a greve dos professores foi precipitada e sem motivos, pois, de acordo com ele, o governo está negociando e cumprindo o acordo com as bases sindicais.

Um dos motivos da greve, entretanto, é exatamente o descumprimento do acordo fixado ano passado entre o governo e a classe dos professores, fato inclusive já noticiado anteriormente em matéria neste blog. Este ponto não foi colocado em discussão na matéria do JN. De acordo com a presidente do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES-SN), Marina Barbosa, as negociações vêm sendo discutidas desde 2010 com o governo, sendo que em agosto do ano passado, em medida emergencial, foi assinado o acordo que foi descumprido esse ano, tendo em vista que o acordo deveria ter sido cumprido até o final de março de 2011. 

O que o governo alega ter atendido não foi uma estruturação de carreira, como houvera prometido. O aumento de 4% veio no caráter de medida provisória, o que não garante a efetivação do acordo. Certamente o foco da greve acabou mudando, pois agora temos um desrespeito com os professores, que são colocados como precipitados e, até mesmo, mentirosos, sendo que o governo é quem descumpriu suas partes no acordo e ainda coloca a responsabilidade nos ombros do movimento grevista. Não teríamos este cenário caótico se a ampliação da rede de universidades federais, obviamente o fator atenuante de toda problemática da rede de ensino superior federal, tivesse sido realmente estruturada, e não apenas visando a multiplicação de números de vagas sem a base necessária, como espaço físico, professores, apoio administrativo etc.

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Anderson Spier Gomes
Assessor de Comunicação do Centro Acadêmico de Letras da UTFPR

quarta-feira, 23 de maio de 2012

I Seminário Internacional de Literatura Afrolatina - MG



A quem interessar, o Seminário acontecerá na UFU, de 24 a 27 de outubro.

Texto do site: "O I SILIAFRO – Seminário Internacional de Literatura Afrolatina – têm por objetivo promover o debate em torno da reflexão sobre a produção, crítica e circulação das poéticas e da cultura afrolatinas. A intenção é criar espaço para a interlocução entre pesquisadores, jovens, pesquisadores, professores, artistas de diferentes áreas que tenham por objetivo a cultura produzida na Diáspora. 
O SILIAFRO, a realizar-se nos dias 24, 25, 26 e 27 de outubro de 2012 contará com a participação de alguns dos maiores nomes da área no Brasil e no exterior em conferências, mesas-redondas e comunicações orais. O evento será bienal e é fruto de parceria com a UNEB – Universidade Estadual da Bahia, além de contar com a importante participação de pesquisadores da UFNR."


Mais informações no site: http://www.ileel.ufu.br/siliafro/default.asp

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Anderson Spier Gomes
Assessor de Comunicação do Centro Acadêmico de Letras da UTFPR